Scuderia Toro Rosso
Nome completo | Red Bull Toro Rosso Honda |
Sede | Faenza, Itália |
Fundador(es) | Dietrich Mateschitz |
Chefe de equipe | Helmut Marko (conselheiro da Red Bull GmbH) Franz Tost (chefe de equipe) Graham Watson (gerente de equipe) |
Diretor técnico | James Key |
Site oficial | scuderiatororosso.redbull.com |
Nome anterior | Minardi F1 Team |
Temporada de Fórmula 1 de 2018 | |
Pilotos | 10. 28. |
Pilotos de teste | TBA |
Chassis | STR13[2] |
Motor | Honda |
Pneus | Pirelli |
Combustível | ExxonMobil |
Histórico na Fórmula 1 | |
Estreia | GP do Bahrein de 2006 |
Último GP | GP de Abu Dhabi de 2018 |
Grandes Prêmios | 247[3] |
Campeã de construtores | 0 (6º em 2008) |
Campeã de pilotos | 0 (8º em 2008) |
Vitórias | 1[3] |
Pole Position | 1[3] |
Voltas rápidas | 1[3] |
Pontos | 415[3] |
Posição no último campeonato (2018) | 9º (33 pontos) |
Scuderia Toro Rosso, competindo como Red Bull Toro Rosso Honda,[4] é uma equipe da Fórmula 1, formada em 2006 na compra da equipe antiga Minardi pela marca Red Bull.
Usando os motores Cosworth V10 da temporada de 2005, porém com limitação de rotações por minuto, criou uma grande polêmica e revolta das outras equipes, pois estaria sendo beneficiada ao usar os propulsores mais potentes que as demais equipes, que usavam o V8. Inicialmente o uso dos V10 foi autorizado pela administração da Fórmula 1, pois não teria verbas suficientes para desenvolver um motor novo, algo que tornou-se inviável assim que a Red Bull assumiu o controle da equipe e começou a financiar seu desenvolvimento.
Índice
1 História
1.1 Minardi
1.2 Scuderia Toro Rosso
1.2.1 2006
1.2.2 2007
1.2.3 2008
1.2.4 2009
1.2.5 2010
1.2.6 2011
1.2.7 2012
1.2.8 2013
1.2.9 2014
1.2.10 2015
1.2.11 2016
1.2.12 2017
1.2.13 2018
2 Pilotos
3 Galeria
4 Resultados da equipe na temporada de 2015
5 Motor
6 Referências
7 Ligações externas
História |
Minardi |
A equipe Minardi surgiu na temporada de 1985 da Fórmula 1 após cinco temporadas disputadas na Fórmula 2. Ela disputou 21 temporadas na Fórmula 1, sempre disputando lugares entre os últimos colocados, tendo como melhor resultado nos construtores um 7° lugar na temporada de 1991. Em 2005 foi comprada pela Red Bull, mudando de nome para Scuderia Toro Rosso, mas mantendo a sede na Itália, sendo assim também conhecida como Red Bull italiana.
Scuderia Toro Rosso |
2006 |
Após a compra da equipe Minardi a STR surge com o STR01 como monoposto para a temporada, usando um motor Cosworth V10 restrito que havia sido usado pela Minardi em 2005 e que foi muito discutido, pois estaria se beneficiando em cima das equipes que usavam motor V8. Assim sendo, a Toro Rosso foi a última equipe a alinhar em um grid de Formula 1 motores de 10 cilindros
A temporada de 2006 foi o que se esperava da equipe mesmo, fraca. A equipe terminou em nono lugar, à frente das recém criadas Super Aguri e Midland F1, com um ponto conquistado por Vitantonio Liuzzi, no GP dos EUA.
2007 |
Para 2007, a STR mantém a dupla Vitantonio Liuzzi e Scott Speed, e lança o STR2 com um novo motor, o Ferrari 056, desta vez sendo um V8.
O ano é muito parecido com o anterior, com a equipe não pontuando, porém os abandonos são maiores. No GP da Europa, Speed faz sua última corrida pela equipe, sendo substituído pelo novato alemão Sebastian Vettel (que havia feito uma corrida pela BMW Sauber no GP dos EUA e estava de piloto de testes dela) a partir do GP da Hungria. Com Vettel, a equipe teve menos abandonos e chegou ao seu melhor momento com os carros da equipe pontuando pela primeira vez no conturbado GP da China: Vettel em 4º e Liuzzi em 6º lugar. No Brasil, a última etapa, a equipe não fez pontos.
A temporada apesar de ter sido de muitos abandonos, foi boa para STR que conquistou oito pontos e a sétima posição no campeonato de construtores.
2008 |
Em 2008 a equipe conta com o tetracampeão da Champ Car (2004 à 2007), o francês Sébastien Bourdais e com uma das revelações da temporada de Fórmula 1 de 2007, o alemão Sebastian Vettel.
Vettel conquistou a primeira pole position e também a primeira vitória na carreira e da equipe no GP da Itália.[5][6] A equipe terminou o ano em 6º lugar (o melhor até hoje na categoria) e 8º no Mundial de Pilotos (melhor colocação) com Vettel.
2009 |
Em 2009 a equipe mantém Bourdais e passa a contar com o suíço Sébastien Buemi de 20 anos na vaga de Vettel.[7] Em 16 de julho, a Toro Rosso anuncia oficialmente a demissão do francês Sébastien Bourdais, alegando que o francês não correspondia com as expectativas da equipe.[8] Em 20 de julho, a equipe anunciou Jaime Alguersuari como companheiro de Buémi, no entanto o jovem espanhol não conseguiu bons resultados para a equipe, sem terminar cinco corridas das oito disputadas. A equipe terminou a temporada com resultados bem diferentes do ano anterior, na última colocação do Campeonato, com apenas 8 pontos.
2010 |
Ainda em novembro de 2009 a equipe que até então utilizava os mesmos chassis desenvolvidos pela Red Bull, anunciou sua independência, passando a fabricar seu próprio carro a partir de 2010.[9] Sébastien Buemi[10] e Jaime Alguersuari[11] farão a temporada de 2010.
2011 |
A temporada de 2011 da Toro Rosso foi mediana, sendo que a equipe conquistou a 18ª e 19ª Posição no Campeonato de Pilotos, e o 8º lugar no Mundial de Construtores, sendo que a mesma conquistou somente 41 pontos. O STR 6 não demonstrou um bom desempenho,sendo que a melhor colocação foi o 7º lugar, e os pilotos (Jaime Alguersuari e Sebastian Buemi) não demostram o desempenho esperado, e acabaram sendo dispensados pela a equipe no final da temporada de 2011.
2012 |
A temporada de 2012 da Toro Rosso foi ainda pior que a da temporada anterior, vendo seus novos pilotos, o australiano Daniel Ricciardo, vindo da HRT e o francês Jean-Éric Vergne, estreante na categoria, marcarem apenas 26 pontos em 20 corridas, garantindo-lhes um 9º lugar no Mundial de Construtores. Mesmo com um pouco mais de experiência, Ricciardo não conseguiu superar seu companheiro estreante Vergne. O australiano marcou 10 pontos e o 18º lugar no Mundial de Pilotos, enquanto o francês conquistou 16 pontos e a 17º colocação no Mundial de Pilotos. A dupla permanece na temporada seguinte.
2013 |
Em 2013 houve uma significativa melhora. Vergne e Ricciardo tiveram, respectivamente, um 6º e um 7º lugares como melhores resultados. Não se via algo assim na equipe desde a era Vettel, em 2008. Dos 32 pontos de toda a temporada, 24 (ou 3/4) foram nas 10 primeiras corridas. Porém, a partir do GP da Bélgica, as coisas mudaram, e Vergne não marcou mais nenhum ponto. Já Ricciardo conquistou um 7º e dois 10º lugares, marcando os 6 pontos restantes para fechar os 32. Dessa vez, a equipe conquistou o 8º lugar nos Construtores e os 14º e 15º lugares, respectivamente, para Ricciardo e Vergne. O australiano deixou a equipe e se juntou a irmã maior, a Red Bull, devido a aposentadoria do compatriota Mark Webber.[12]
2014 |
Em 2014 a Toro Rosso manteve Vergne como primeiro piloto e trouxe o russo Daniil Kvyat, campeão da Fórmula Renault 2.0 de 2013. A equipe sofreu com a falta de confiabilidade e potência dos motores Renault, que apresentaram muitos problemas na reintrodução dos motores turbo na Formula 1. Ainda assim a equipe terminou a temporada na sétima colocação no mundial de construtores, com 30 pontos.
2015 |
Na temporada de 2015, teve a dupla de pilotos mais jovem na história da corrida de F1, para impressionar desde o início, com Max Verstappen (filho do ex-piloto de Fórmula 1, Jos Verstappen) e Carlos Sainz Jr. (filho do ex-campeão mundial de Rali, Carlos Sainz). No entanto os problemas de confiabilidade - particularmente com a sua unidade de potência da Renault impediu que a equipe italiana de terminar qualquer superior ao sétimo.
2016 |
Na Temporada de 2016, a Toro Rosso voltou a utilizar os Motores da Ferrari. Foi feito um acordo entre o Time de Faenza e a Ferrari para que a Toro Rosso utilizasse os motores 2015 para a temporada de 2016.
Max Verstappen e Carlos Sainz Jr. permaneceram como os pilotos da equipe para esta temporada. Verstappen somente disputou os primeiros quatro grandes prêmios de 2016 com a equipe. Isso porque Max Verstappen se transferiu para a equipe Red Bull, sendo substituído por Daniil Kvyat, que fez o caminho inverso vindo da Red Bull para a Toro Rosso, onde ele havia disputado sua temporada de estréia, em 2014.
2017 |
Voltou a Usar os Motores da Renault depois de usar os Motores defasados Ferrari em 2016.
2018 |
Na temporada de 2018, a equipe passa a utilizar os motores Honda.
Pilotos |
| Toro Rosso | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ano | Nome | Carro | Pneus | Motor | Pilotos | Pilotos de testes | Classificação Pontos |
2018 | Red Bull Toro Rosso Honda | STR13 | P | Honda RA618H 1.6 V6 Turbo híbrido | |||
2017 | Scuderia Toro Rosso | STR12 | P | Renault | 7º lugar 53 pontos | ||
2016 | Scuderia Toro Rosso | STR11 | P | Ferrari 060 | 7º lugar 63 pontos | ||
2015 | Scuderia Toro Rosso | STR10 | P | Renault Energy F1-2015 1.6 V6 t | 7º lugar 67 pontos | ||
2014 | Scuderia Toro Rosso | STR9 | P | Renault Energy F1-2014 1.6 V6 t | 7º lugar 30 pontos | ||
2013 | Scuderia Toro Rosso | STR8 | P | Ferrari 056 2.4 V8 | 8º lugar 33 pontos | ||
2012 | Scuderia Toro Rosso | STR7 | P | Ferrari 056 2.4 V8 | 9º lugar 26 pontos | ||
2011 | Scuderia Toro Rosso | STR6 | P | Ferrari 056 2.4 V8 | 8º lugar 41 pontos | ||
2010 | Scuderia Toro Rosso | STR5 | B | Ferrari 056 2.4 V8 | 9º lugar 13 pontos | ||
2009 | Scuderia Toro Rosso | STR4 | B | Ferrari 056 2.4 V8 | 10º lugar 8 pontos | ||
2008 | Scuderia Toro Rosso | STR2B STR3 | B | Ferrari 056 2.4 V8 | 6º lugar 39 pontos | ||
2007 | Scuderia Toro Rosso | STR2 | B | Ferrari 056 2.4 V8 | 7º lugar 8 pontos | ||
2006 | Scuderia Toro Rosso | STR1 | M | Cosworth TJ2005 3.0 V10 | 9º lugar 1 ponto | ||
Galeria |

Vitantonio Liuzzi pilotando a STR1 no Grande Prêmio do Canadá de 2006.

Sebastian Vettel pilotando a STR2 no Grande Prêmio da Itália de 2007.

Sebastien Bourdais pilotando a STR3 no Grande Prêmio do Japão de 2008.

Sébastien Buemi pilotando a STR4 no Grande Prêmio da Espanha de 2009.

Jaime Alguersuari pilotando a STR5 no Grande Prêmio da Malásia de 2010.

Daniel Ricciardo pilotando a STR6 no Grande Prêmio da Malásia de 2011.

Daniel Ricciardo pilotando a STR7 durante os testes em Jerez.

Jean-Eric Vergne pilotando a STR8 durante os testes em Catalunha.

Daniil Kvyat pilotando a STR9 no Grande Prêmio da China de 2014.

Carlos Sainz Jr. pilotando a STR10 no Grande Prêmio da Malásia de 2015.

Max Verstappen pilotando a STR11 no Grande Prêmio do Bahrein de 2016.

Carlos Sainz Jr. pilotando a STR12 durante os testes em Barcelona.

Pierre Gasly pilotando a STR13 durante os testes em Barcelona.
Resultados da equipe na temporada de 2015 |
Negrito = Pole Position. Itálico = Volta Mais Rápida Ret = Não completou a prova. - = Classificado pois completou 90% ou mais da prova. ½ = Foram dados a metade dos pontos. A corrida foi interrompida pelo mau tempo. Desc = Desclassificado da prova.
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